Greenpeace Manaus Participa do 3° Fórum das Águas de Manaus

    
Participar de eventos que visam encontrar soluções para os problemas ambientais ocasionados pela sociedade é gratificante para o ecossistema e pra gente também. A presença em estas apresentações é de suma importância, pois nestes eventos pode-se adquirir conhecimentos antes não conhecidos por algum motivo individual, e assim transformá-los para um modo mecânico. Isto é, realizar ações como jogar o LIXO no lixo, ou guardar  o pau do picolé na bolsa em vez de jogá-lo na rua.

Essa semana o Greenpeace Manaus, participou de um desses eventos no IFAM. O evento foi o 3° Fórum das Águas de Manaus, que abordava os problemas relacionados a água. Muitas instituições estavam presentes, mostrando sobre seus objetivos, campanhas, projetos e estudos. E nós voluntários, estávamos lá presentes com a nossa tenda, explicando para aqueles que chegavam até a gente, o nascimento da organização e os problemas que a energia nuclear pode ocasionar. E além disso, nós que somos pessoas tecnológicas, estávamos com os notebooks para a realização da petição online contra Angra 3. E foi bastante legal, porque conseguimos mais assinaturas para enviar a nossa presidenta Dilma, e assim tentar parar a construção da usina Angra 3 no Brasil. Também não podemos deixar de relatar a vocês, queridos leitores, que novos voluntários do Greenpeace Manaus participaram dessa atividade, e apesar do nervosismo do primeiro contato com as pessoas em uma atividade, eles mandaram muito bem no desempenho e interagiram bastante.

E por fim, para não alongar muito o texto, nós comunicamos que estaremos no dia 03 de Abril às 7h na Feirinha da Eduardo Ribeiro, conversando com a população sobre os riscos da energia nuclear para o planeta Terra. Vamos estar lá para exterminar todos aqueles pontinhos de interrogação que circulam na mente de vocês. Esperamos pela presença de todos.

Para finalizar, deixamos com vocês algumas fotos da participação do Greenpeace Manaus no evento. Um bom final de semana a todos. E obrigada.

Nossa tenda no evento

Voluntário Carlos explicando sobre a petição contra Angra 3

 Assinando a petição contra Angra 3


                       Coordenadora dos voluntários, Rafa.

Voluntários 2011, Maria. Primeira atividade.


                          Voluntário 2011, Bruno. Primeira atividade
                                        
   
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Amazonas no Páreo com Pará e Mato Grosso

Saiu na Folha Online: Amazonas já é o terceiro Estado que mais desmata no Brasil.

O Amazonas passou pela primeira vez Rôndonia e agora ocupa a terceira posição no ranking do desmatamento, atrás apenas do Pará e Mato Grosso, campeõs convictos e consolidados. A informação é do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), que monitora mensalmente o desmate com imagens de satélite.

Segundo o Imazon, o Amazonas derrubou 40 quilômetros quadrados de floresta entre agosto e setembro de 2010. O desmatamento se concentra principalmente no sul do Estado, nas cidades de Lábre e Apuí. Estas duas cidades fazem fronteira com o MT e PA e área está cada vez mais sofrendo de grilagem de terras e desmtamento ilegal para criação de pastos. Além de estar na área de influência da BR-319, cujo anúncio de repavimentação fez crescer a corrida por terras na região.

© Greenpeace / Rodrigo Baleia


Parece que a última fronteira para o Estado mais preservado da Amazônia está dando sinais de enfraquecimento.

Dinheiro de Exploração Petrolífera Financiará Fundo Contra Mudanças Climáticas


“O governo brasileiro pretende anunciar em novembro uma queda recorde no desmatamento na Amazônia e o lançamento de um fundo sobre o clima financiado pela indústria do petróleo, segundo informou na sexta-feira, 15 de outubro, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.”

Segundo dados do Inpe, o desmatamento teve queda de 47% se comparado com agosto de 2009. Até ai, tudo bem. Mas a arbitrariedade na declaração da ministra, em querer financiar um fundo para combate às mudanças climáticas com dinheiro vindo da indústria altamente poluente do petróleo é gritante. Sendo assim, o Brasil continuará usando fontes fosséis para produção de energia, indo na contramão da tendência global na busca por fontes limpas e renováveis.

Ainda segundo a ministra, o Brasil manterá em Cancún, na COP16, o compromisso feito na COP15 de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 39% até 2020, em relação aos níveis de emissão de 2005, o que, cá entre nós, não significa muita coisa.

É importante que o país se comprometa com metas mais audaciosas para reduzir as emissões de gases estufa, e o próximo presidente terá que aceitar este desafio com muito empenho.

Você já perguntou ao Serra e à Dilma quais são suas propostas em relação ao meio ambiente?
Assine nossa petição por um país mais verde e limpo.

Angélica Nunes – voluntária


Escrito baseado em notícia vinculada no site EcoDesenvolvimento

Brasil que Te Quero Verde

Paira no ar a impressão de que finalmente o Brasil realiza o seu destino de ser uma grande nação. Embalados pela boa fase da economia, já antevemos o futuro que nos espera em 2029, quando o nosso PIB será igual ao da Alemanha.

A questão, no entanto, é se chegaremos lá defendendo um desenvolvimento típico do século passado, carregando conosco florestas destruídas e ar e rios poluídos, típicos de um ambiente incapaz de garantir nossa prosperidade pelas décadas seguintes.
Viramos potência agrícola mantendo mais da metade de nosso território coberto por florestas. Não há razão, portanto, para não termos uma política de desmatamento zero. 
Também sustentamos nosso crescimento com uma matriz em que 80% da geração elétrica é baseada em fontes renováveis. Sujá-la, em nome do progresso, é como engatar uma marcha-ré.
Infelizmente, ainda há quem diga que para desenvolver é preciso devastar. Insistem que para ter energia o Brasil precisa investir em combustíveis fósseis e que para expandir sua agricultura o único caminho é seguir derrubando nossas matas. Eles se esquecem do nosso próprio exemplo. Preferem importar modelos de outros países, como se o Brasil, para crescer, precisasse imitar os outros.
Os dois candidatos que sobraram na disputa pela Presidência da República parecem presos a esse modelo de futuro atrasado. Mas têm agora a oportunidade de dizer se querem fazer o Brasil andar para frente ou simplesmente ficar parado no tempo, talvez mais rico, porém devastado como qualquer outro país desenvolvido.
Durante a campanha do primeiro turno, o debate praticamente não contemplou aquestão ambiental. Serra e Dilma precisam corrigir esta lacuna e dizer claramente o que pensam e qual o seu projeto sobre o futuro de nossas florestas e o de nossa geração de energia, temas que estão radicalmente ligados ao futuro do Brasil e do planeta. 
Só assim o eleitor poderá decidir qual dos dois tem propostas concretas para gerar riqueza sem devastar a nossa fortuna ambiental.
Vote por um Brasil mais verde e limpo.


Assine a petição clicando aqui.

Dia Global de Ação Climática

 

Dia 10/10 (domingo) em mais de 116 países acontecerão atividades para marcar o Dia Global de Ações pelo Clima. Para ver no mapa, clique aqui.

A 10/10 é uma campanha que começou na Inglaterra em 2009 para ajudar e unir um movimento de cidadãos, escolas, organizações, governos e empresas, que juntos vem cobrar dos líderes mundiais medidas urgentes de redução de gases de efeito estufa.

Esse ano teremos mais uma Conferência das Partes (COP), que ocorrerá pela 16ª vez, este ano em Cancun, no México. É hora dos dirigentes do mundo todo entrarem em acordo para reduzir as emissões de GEE, criando um novo documento que entre em vigor tão logo expire o Protocolo de Kioto.

Convidamos você a fazer parte da mensagem que mandaremos para os líderes mundiais.

Compareça no Largo São Sebastião, neste domingo, 10/10 a partir das 16 horas. Chegando lá, é só se informar com qualquer um que estiver com uma camiseta do Greenpeace.

Inicio das Obras de "Belo Monstro"

As obras para a construção da usina de Belo Monte, no rio Xingu (PA), poderão começar na segunda quinzena de outubro.  De acordo com o jornal O Globo, a Norte Energia S.A. (NESA), empresa que tocará o empreendimento, aguarda para até o dia 10 a concessão da licença de instalação dos canteiros pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Já deverão ser iniciadas a construção de um porto fluvial no rio Xingu para receber material, o alargamento de estradas vicinais e a construção de pontes para ligar os dois principais locais nos quais serão erguidas estruturas.  A estratégia é deixar tudo pronto para iniciar as obras até abril, quando acaba o período chuvoso e o rio fica mais baixo.  Para isso, a empresa também adiantou o envio de partes do Projeto Básico Ambiental (PBA) para o Ibama, com prazo definitivo no dia 15.
A meta é tentar conseguir a licença de instalação da megaobra até dezembro, para evitar que a mudança de governo possa atrasar o cronograma.  A direção do Ibama não quis comentar os prazos das licenças.
Condicionantes não cumpridas O Ministério Público do Pará (MP-PA) enviou na quarta-feira ao órgão licenciador advertência sobre o não cumprimento de condicionantes prévias para a obra.  O MPF afirmou que, de acordo com informações da Fundação Nacional do índio (Funai), não foram cumpridas pré-condições relativas aos indígenas da região.  Na prática, sugere que o órgão não poderá conceder novas licenças sem cumprimento da anterior.

Fonte:Amazônia.Org

Casa Branca é Solar!

Nessa terça, Steven Chu, secretário de energia dos EUA, anunciou que, até junho de 2011, painéis fotovoltaicos aquecerão a água e produzirão boa parte da eletricidade consumida na Casa Branca.

Antes de Obama,presidente Jimmy Carter, na década de 70, fez a primeira experiência. Até George W. Bush colaborou, usando coletores solares para aquecer a piscina.

Lula perdeu a chance de seguir no caminho da sustentabilidade energética. Símbolo da modernidade de Brasília, o Palácio do Planalto sofreu nos últimos 16 meses uma reforma que consumiu mais de R$ 100 milhões do dinheiro do contribuinte. Mas a modernidade do edifício se resume apenas à arquitetura. Nem um centavo da reforma foi investido em uso de energia renovável no local de trabalho do presidente da República.

No fim de agosto, ativistas do Greenpeace entregaram um painel solar, esquecido durante a reforma do edifício, e uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O presente é uma lembrança para que o governo invista em energias renováveis no país e articule a aprovação do projeto de lei 630/03, conhecido como Lei de Renováveis, em tramitação no Congresso.

Confira o vídeo: